terça-feira, 6 de novembro de 2012

CADÁVER É ENCONTRADO NA SOLEIRA DA PORTA DE UM MORADOR DO JABAQUARA

 
Nesta segunda-feira (22/10) às oito horas da manhã, um corpo foi encontrado na soleira da porta de José da Conceição, morador do bairro Jabaquara.
O morador acionou a polícia e prestou vários depoimentos. Ele diz ter ouvido a campainha tocar e, ao sair no terraço encontrou o corpo estirado no chão.
Os vizinhos reconheceram Paulo Pontes (35 anos), mais conhecido como Popó, morava sozinho num barraco ao final da rua e, segundo depoimentos dos moradores do bairro, o sujeito não tinha muitas amizades até pelo comportamento agressivo que apresentava.
O corpo foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) para avaliação e, segundo legistas, o sujeito foi vítima de overdose pelo consumo excessivo de crak.
“A gente sempre espera ter um dia tranquilo por aqui, mas as coisas não são bem assim não”, afirma José da Conceição depois de relatar que estava fazendo sua higiene pessoal e logo pretendia dirigir-se ao trabalho.
O bairro já é conhecido como “Boca do inferno” e a fama se deve aos crimes e assassinatos ocorridos com frequência no local.

Violência cresce no centro da cidade
Ontem dia 04/11/2012, um homem foi encontrado morto na soleira da porta de José da Silva, morador do bairro Campo Belo, o morador estava se arrumando para ir ao trabalho e foi surpreendido com um morto em sua porta, muito assustado diz que nunca viu uma coisa tão assustadora e intrigante, porque antes dele abrir a porta alguém tinha tocado a campainha, conforme a delegada da região a polícia já tem indícios do assassino e tudo indica que foi o mesmo que tocou a campainha, Sr. José em entrevista ao jornal da cidade diz que pretende mudar para o interior, pois não agüenta mais essa onda de violência.
 
Cássia Gimenes




UM CORPO ESTENDIDO NO CHÃO

Um homem foi encontrado, com a cabeça rachada, na soleira da porta de Severino Pereira, 50 anos, morador do bairro Guanabara, ontem, por volta das 6 da matina. 
"Foi um susto danado!!!" - afirmou a testemunha quando a polícia chegou. Contou que, quando acordou, foi escovar os dentes e escutou a campainha. Quando abriu a porta, deu de cara com um corpo estendido no chão, coberto de sangue. Ao se aproximar, percebeu que o indivíduo estava morto e ligou para o 190. 
Sem lenço e sem documento, o presunto foi enviado para o IML para maiores averiguações.
Logo a rua ficou cheia de curiosos, mas ninguém quis se comprometer. Sem se identificarem, vizinhos declararam que poderia ser vingança ou acerto de contas, pois há muitos usuários e traficantes no bairro, onde a violência corre solta.
                                                                                                  Abraços, Luzia

segunda-feira, 5 de novembro de 2012




        Na 1ª etapa da elaboração do blog pudemos apreciar as histórias de cada uma das colaboradoras em relação ao despertar para a leitura.
    Agora, na 2ª etapa, após depreendermos que a linguagem não pode ser considerada apenas um meio de comunicação, mas sim perpassa por várias atividades do ser humano, conhecidas como esferas de atividades. Cada esfera (familiar, jurídica, escolar, jornalística, etc.) envolve pessoas que representam seus papéis (pai, mãe, filho, juiz, promotor, réu, aluno, professor, jornalista, fotógrafo).
        Enfim, tudo o que é falado ou escrito pelos envolvidos pertence a um determinado gênero do discurso. Para exemplificar, seguem exemplos de notícias, voltadas para um jornal do tipo popular.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012





A leitura em minha vida começou a se consolidar depois que passei a frequentar os bancos escolares. Antes disso, ela era totalmente inexistente. Em casa os livros não faziam parte do cotidiano, revistas eram proibidas e jornais só eram vistos nas bancas.
A biblioteca da escola era o meu paraíso, a diversidade aguçava minha curiosidade e me encantava a leitura e colorido das estórias. Nas leituras viajei por lugares diferentes, conheci personagens e modos de vida diferente do qual eu vivia. Durante a minha adolescência os romances ganharam vida. Os livros eram praticamente devorados, a ansiedade para saber como terminaria a história era grande. Sentia-me como se fizesse parte da trama, era maravilhoso e encantado.
No ensino médio recebi meu primeiro bilhete, era um poema de amor que marcou muito, essa escrita relatava sentimentos e foi lido e relido por muitas vezes. Com o passar dos anos o bilhete se extraviou, mas a leitura dele me marcou.
Hoje minha leitura é mais diversificada, vivo entre os livros adquirindo conhecimento e sinto prazer nas leituras. A leitura transforma pensamentos, desenvolve a capacidade de se produzir opiniões próprias.
A leitura no contexto geral possibilitou meu crescimento pessoal e profissional, através dela muitos horizontes se ampliaram.

‘’Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro’’.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Experiência com a leitura

Minha vida como leitora começou em casa olhando as figuras dos livros que meu pai comprava. Ele investia em livros que ficavam organizados em uma estante esperando que eu e meus dois irmãos mais novos crescessem para deles usufruir. Adorava olhar as ilustrações e imaginar o que estavam fazendo. Minha mãe, observando minha curiosidade, passou a ler os livros para mim. Como contrastava a minha imaginação com base nas ilustrações e as histórias que minha mãe lia.

Quando aprendi a ler, quis eu mesma lê-los. Descobri que me identificava com a leitura pois as histórias retratavam meninas que sofriam e que, ao final, conseguiam superar suas angústias. Sabe aquela velha história da Cinderela? Pois é.

Na escola, minha professora de português estimulava muito a leitura e eu me perdia nos livros que ela indicava: O caso da borboleta Atíria, Sozinha no mundo, O mistério do cinco estrelas, A marca de uma lágrima, enfim, adorava tudo isso.

Passei então, a escrever o que lia para manter registrado no papel e na memória o que me fazia tão bem. Foi assim que aprendi a fazer resumos.

Para mim, a leitura é uma busca pelo seu próprio eu, uma procura ou investigação da própria identidade. Você só lê com prazer aquilo com o que se identifica.

Gabriela

terça-feira, 23 de outubro de 2012

 
 
 
 
 
Minhas recordações sobre a leitura e escrita
 
Na minha infância eu não tive muito acesso a revistas e livros, fui para escola aos seis anos e sempre gostei muito de aprender, na minha época existiam as famosas cartilhas estudava na escola e também em casa, lembro que minha mãe me ajudava a conhecer as letras do alfabeto inventando musiquinhas para não esquecer mais, dessa forma, aprendi a ler rapidamente. Quando tinha oportunidade adorava ler contos de fadas e revistas em quadrinhos.
Quanto a escrita, adorava escrever diários e enquetes.

Acho que na sexta série a professora de português trabalhou com variadas leituras, um livro que ficou marcado na memória foi "A ilha perdida", gostei muito da leitura e foi um incentivo para as leituras futuras.

Também lembrei da professora de português que não me lembro a série mas sei que foi no fundamental II, passou alguns livros de literatura que tinhamos que ler e depois apresentar, meu grupo ficou com o livro: A moreninha, no começo todo o grupo inclusive eu tive problemas com a linguagem do livro achei difícil mas com o passar de algumas páginas percebi que a história era legal, lembro das apresentações, da vergonha de falar em público, cada grupo comentando sobre o seu livro, um outro grupo apresentou o livro: Amor de perdição, achei muito interessante a história e depois de um tempo li o livro, essa professora com certeza obteve sucesso no seu trabalho, pois dessa forma, tivemos contato com diferentes livros e aumentou o nosso conhecimento e a nossa vontade de ler.
 
Cássia Gimenes

segunda-feira, 22 de outubro de 2012


       A LEITURA EM MINHA VIDA
        Desde que me lembro, tenho contato com diversos livros e revistas, pois minha mãe sempre apreciou ler. Comecei a compreender a leitura e a escrita antes de ir para a escola, interagindo com o Vila Sésamo. Revistas em quadrinhos eram lidas e relidas várias vezes.
        Mas, ao conhecer minha professora de português, Maria Lúcia, na 5ª série, algo se transformou em mim, com seus projetos de leitura e escrita. Já não lia apenas, viajava através das histórias... Lembro-me da Coleção do Cachorrinho Samba, eram três livros que devorei em dois dias. As análises das histórias eram guardadas em um caderno, com muito capricho e atenção.
A partir de então não parei mais, porém não queria que este prazer ficasse guardado comigo apenas. Fiz magistério, trabalhei com crianças desde os cinco anos até com outras pessoas que, como eu, gostavam de lecionar, sempre incentivando-as a ler muito e reproduzir seus pensamentos e sentimentos, através da escrita.
Cada um de nós pode fazer diferentes viagens através dos mesmos livros e propiciar outras, através das nossas próprias criações.
Abraços, Luzia.
                                                                            

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

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APRESENTAÇÃO


                   LER E BLOGAR É SÓ COMEÇAR é  resultado do curso LEITURA E ESCRITA NO CONTEXTO DIGITAL que faz parte de um programa de formação continuada para professores PEB II de todas as áreas e disciplinas. O programa Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade pretende ampliar a formação dos participantes para que possam tomar parte de forma mais efetiva nas práticas atuais que envolvem a leitura e a escrita em diversos contextos, situações, suportes e mídias, uma das exigências para uma participação mais efetiva, letrada e cidadã na sociedade.